Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
- Eu faço versos como quem morre.
Manuel Bandeira... aquele que sonda os corações...
Jogo de RPG
-
Já passava das 7h da noite de um dia longo e cansativo. O trabalho de dono
de casa às vezes era bem puxado. Ela estava começando uma partida de RPG
o...
Há 3 semanas


Nenhum comentário:
Postar um comentário